LIVE: A cultura do estupro no Brasil

Assédio, abuso, violência sexual, banalização e impunidade


Você pode não ter noção, mas a cultura do estupro está muito mais presente em nosso meio do que imaginamos. Nesta entrevista, você vai entender o que é essa cultura entranhada em nossa sociedade, e como identificar casos não só de violência sexual, mas de assédio e objetificação da mulher.


Muitas vezes, as pessoas não se dão conta, mas nós, mulheres somos constantemente subjugadas e, principalmente, tratadas como objeto sexual para satisfazer os desejos dos homens. E temos inúmeros exemplos disso.


Sabe aquelas propagandas de marca de cerveja que colocam a figura feminina em posição de desrespeito, ou aquela cena de violência sexual que romantiza o abusador nos filmes, nas novelas? Ou até aqueles versos inocentes de músicas, como aquela que diz que “se tiver mulher bonita, traga presa na corrente”? ou as famosas piadas que ouvimos por aí de que se uma mulher passar por uma obra e nenhum pedreiro assoviar é porque ela é feia?


Pois então, eu poderia passar horas aqui só falando sobre coisas que contribuem para disseminar a cultura do estupro na qual os homens imaginam ter o direito de cometer violência sexual. Mas, precisamos repensar sobre esse tema, e começar a rever esse tipo de pensamento que resulta em comportamentos e regras que banalizam, toleram e dão legitimidade à violência contra a mulher.


A culpa é da vítima?


Se você pesquisar no Google sobre a cultura do estupro, verá dados e relatórios alarmantes sobre isso, impunidade do estuprador e culpabilização da vítima. Mas, para não ficar somente em minhas palavras, convidei a advogada Isabella Netto (@freitasnettoadv), especialista em direito público e pós-graduanda em ciências penais e segurança pública, para conversar sobre o assunto e esclarecer muitas dúvidas com relação a essa cultura do estupro aqui no Brasil.


Entre os assuntos abordados, ela explicou o significado do termo "Cultura do Estupro", os casos de violência sexual dentro e fora de casa, a procura por apoio e ajuda especializada, as dificuldades das vítimas em denunciar, e os dados alarmantes de crianças e adolescentes que são violentados no Brasil.


Foi um bate-papo superimportante e de utilidade pública. TENHA CORAGEM! DENUNCIE!


Assista à LIVE "A cultura do estupro no Brasil":




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